ADERÊNCIA DE DIABÉTICOS AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO

Danyelle Cristine Marini de Morais, Camila Stéfani Estancial

Resumo


O Diabetes Melito (DM) tornou-se um problema em função
do drástico número de portadores desta patologia nos últimos anos. Atualmente é enorme o arsenal de fármacos adotados no estabelecimento de uma normoglicemia em diabéticos e diante desta realidade, a adesão farmacológica por estes pacientes coloca-se como uma temática relevante de saúde pública. Neste contexto objetivou-se identificar a adesão de diabéticos ao tratamento farmacológico, seja por antidiabético oral e/ou insulina. Investigaram-se indivíduos diabéticos do tipo 2 clientes/pacientes de uma drogaria na cidade de Mogi Guaçu, no período de maio a julho de 2011. Para a coleta de dados foi utilizado um formulário de Morisky, bem como um questionário sociodemográfico e clínico. Participaram do estudo 50 pacientes diabéticos do tipo 2, dos quais 78% do sexo feminino, com idade entre 26 e 80 anos (M= 57; DP= ± 12,8). A duração média da doença é de 7,6 anos (± 6,1). Em relação aos resultados de adesão terapêutica, 56% referiram em algum momento, esquecer-se de tomar os medicamentos ou de aplicar a insulina. O ato de não tomar o medicamento ou de aplicar a insulina no horário determinado na prescrição foi relatado por 32% dos pacientes. Os resultados obtidos indicaram que à adesão dos diabéticos ao tratamento está abaixo do recomendado na literatura. Neste contexto, faz-se necessária a atuação do profissional farmacêutico na orientação sobre o uso correto dos medicamentos, principalmente àqueles que apresentam algum tipo de dificuldade em aderir ao tratamento medicamentoso.

Palavras-chave


Diabetes Melito. Adesão terapêutica. Farmacêutico.

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