PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO EM UNIVERSITÁRIOS DA CIDADE DE MOGI GUAÇU

Danyelle Cristine MARINI, Aparecida Dieniffer CARVALHO, Daniela do Macedo CARMO, Suelaine de Cassia LIMONE

Resumo


No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas, cerca de 80 milhões de pessoas são adeptas da automedicação, podendo essa ser realizada ao adquirir-se o medicamento sem receita, ao compartilharemse medicamentos com outros membros da família ou círculo social, ao utilizarem-se sobras de prescrições, ao reutilizaremse antias receitas e descmrirse a rescrio rofissiona prolongando ou interrompendo precocemente a dosagem e o período de tempo indicados na prescrição. A automedicação pode trazer consequências indesejáveis ao paciente como enfermidades e mascaramento de doenças evolutivas. Certamente a aidade da oferta de medicamentos e a eficincia do trabalho das várias instâncias que controlam esse mercado também exercem papel de grande relevância nos riscos implícitos da automedicação. Diversos estudos realizados mostram que esta é uma prática comum para o tratamento de sintomas menores. A metodologia utilizada no trabalho foram  ma reiso iiorfica com as aarascae automedicação, publicidade, marketing e propaganda de medicamentos. Foram selecionados artigos originais, nos quais mostram a inncia da icidade na atomedicao  um questionário aprovado previamente pelo Comitê de Ética das Faculdades Integradas Maria Imaculada. Os resultados obtidos foram idênticos para ambos os gêneros no uso da automedicação. Concluiu-se que o índice de automedicação no meio universitário é preocupante, sendo necessária à conscientização da população em geral sobre o uso racional de medicamentos e os seus efeitos adversos.

Palavras-chave


Medicamento. Indicação. Automedicação. Propaganda. Universitários.

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